Está chegando o dia do nosso Bazar!!!
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domingo, 15 de março de 2015
segunda-feira, 9 de março de 2015
Poema
UMA CRIANÇA QUE SALTA
Uma criança que salta,
que canta, que ri e chora
é uma risonha aurora
que o coração nos esmalta.
Triste daquele a quem falta,
na vida que se evapora,
uma criança que salta,
que canta, que ri e chora.
Se o desalento me assalta,
se a doença me devora,
dá-me uma estranha melhora,
que me anima e que me exalta,
uma criança que salta,
que canta, que ri e chora.
Marquês de Monsaraz
Marie Steiner
Marie von Sivers Iakolevna, formação atriz, foi a principal contribuinte de Rudolf Steiner e, em seguida, sua segunda esposa, em 1914. Ela desempenhou um papel fundamental no desenvolvimento da seção alemã da Sociedade Teosófica em primeiro lugar e, em seguida, da Sociedade Antroposófica.
Estudou artes em Paris com grandes professores, retornou a St. Petersburg e estava planejando iniciar uma carreira como atriz, mas acabou por desistir.
Marie assistiu as palestras de Rudolf Steiner na Biblioteca Teosófica, e muito rapidamente, tornou-se sua colaboradora, a mais importante. A primeira esposa de Steiner, Anna Eunike, morreu em 1911. Marie e Steiner se casaram em 1914.
Muito ativa, participou do pensamento de Steiner em muitas áreas, especialmente os que afetaram o desenvolvimento das artes a partir da visão antroposófica. Com Steiner fundou e dirigiu a Escola Esotérica de 1904-1914. No campo da euritmia, fez grandes contribuições, tanto nos cursos como na organização. No campo do drama, ensinou arte da fala e dramaturgia, e esteve junto com Steiner e Shure na preparação da encenação dos Dramas de Mistério de Steiner. Ela também se empenhou de forma definitiva junto às publicações de palestras do Steiner.
Após a morte de Steiner em 1925, como beneficiária da herança, ela se dedicou a coletar e organizar a publicação integral de sua obra.
sábado, 7 de março de 2015
Dia da Mulher
Amanhã é comemorado o dia internacional da mulher.
Resolvemos fazer homenagens durante a semana a mulheres incríveis da Antroposofia e da Pedagogia Waldorf que contribuíram para difundir e ampliar essas ciências.
Começamos com UTE CRAMER.
Conheça um pouco mais essa mulher cheia de força de amor!
A alemã Ute Craemer passou os últimos 40 anos batalhando para que as crianças da favela Monte Azul, em São Paulo, tivessem acesso a uma boa educação. E foi muito mais longe em suas conquistas... Sua trajetória e seus projetos são tema do livro “Die Brückenbauerin”, recentemente lançado na Europa, inclusive na Suíça.
Cerca de 11,4 milhões de brasileiros (ou 6% da população) vivem em condições precárias de infraestrutura, serviços públicos, saúde e educação, segundo dados de 2011 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Essa população se encontra nas 6.329 favelas do país, localizadas em 323 municípios. Transformar a dura realidade dessas pessoas, principalmente das crianças carentes, tem sido o projeto de vida da pedagoga alemã Ute Craemer, 76 anos.
Ute nasceu em Weimar, Alemanha, no final da Segunda Guerra Mundial. Viveu em meio a bombas, passou fome. Emigrou com sua família para Áustria, antiga Iugoslávia, Egito e Paquistão. Acabou desembarcando no Brasil em 1965 para um trabalho voluntário em uma favela em Londrina, Paraná. Durante essa experiência de dois anos, acabou descobrindo sua paixão pelo Brasil e sua missão profissional, que é trabalhar com crianças.
Voltou ao Brasil em 1971 com um diploma nas mãos para lecionar às crianças abastadas da Escola Waldorf em São Paulo. Como morava na periferia, acabou se deparando novamente com crianças carentes, desta vez da região da favela Monte Azul. Foi aí que deu início a uma longa jornada em que a determinação e o foco no ser humano a guiavam. No início, acolheu algumas crianças carentes em sua própria casa. Iniciou os trabalhos educacionais trazendo as brincadeiras e atividades da pedagogia Waldorf para esse grupo. Criou a Associação Comunitária Monte Azul, que hoje, depois de 40 anos, atende 1280 crianças e jovens, conta com uma escola Waldorf para 100 alunos, ambulatório, casa de parto, centro cultural, refeitório e muito mais.
Sua história é o tema do livro “Die Brückenbauerin” (numa tradução livre, algo como “Criadora de Pontes”), da escritora alemã Dunja Batarilo. Durante o tour de lançamento da obra pela Alemanha e Suíça, em novembro, Ute falou para swissinfo.ch sobre sua trajetória, desafios, conquistas e sobre educação.
Leia o artigo na íntegra no link abaixo:
http://www.swissinfo.ch/por/em-defesa-de-um-mundo-melhor/41179612#.VKITS2NcEis.facebook
Sua biografia completa está nesse link:
http://www.sab.org.br/portal/antroposofia2/biografias-de-destaque-no-brasil/100-ute-craemer
Resolvemos fazer homenagens durante a semana a mulheres incríveis da Antroposofia e da Pedagogia Waldorf que contribuíram para difundir e ampliar essas ciências.
Começamos com UTE CRAMER.
Conheça um pouco mais essa mulher cheia de força de amor!
A alemã Ute Craemer passou os últimos 40 anos batalhando para que as crianças da favela Monte Azul, em São Paulo, tivessem acesso a uma boa educação. E foi muito mais longe em suas conquistas... Sua trajetória e seus projetos são tema do livro “Die Brückenbauerin”, recentemente lançado na Europa, inclusive na Suíça.
Cerca de 11,4 milhões de brasileiros (ou 6% da população) vivem em condições precárias de infraestrutura, serviços públicos, saúde e educação, segundo dados de 2011 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Essa população se encontra nas 6.329 favelas do país, localizadas em 323 municípios. Transformar a dura realidade dessas pessoas, principalmente das crianças carentes, tem sido o projeto de vida da pedagoga alemã Ute Craemer, 76 anos.
Ute nasceu em Weimar, Alemanha, no final da Segunda Guerra Mundial. Viveu em meio a bombas, passou fome. Emigrou com sua família para Áustria, antiga Iugoslávia, Egito e Paquistão. Acabou desembarcando no Brasil em 1965 para um trabalho voluntário em uma favela em Londrina, Paraná. Durante essa experiência de dois anos, acabou descobrindo sua paixão pelo Brasil e sua missão profissional, que é trabalhar com crianças.
Voltou ao Brasil em 1971 com um diploma nas mãos para lecionar às crianças abastadas da Escola Waldorf em São Paulo. Como morava na periferia, acabou se deparando novamente com crianças carentes, desta vez da região da favela Monte Azul. Foi aí que deu início a uma longa jornada em que a determinação e o foco no ser humano a guiavam. No início, acolheu algumas crianças carentes em sua própria casa. Iniciou os trabalhos educacionais trazendo as brincadeiras e atividades da pedagogia Waldorf para esse grupo. Criou a Associação Comunitária Monte Azul, que hoje, depois de 40 anos, atende 1280 crianças e jovens, conta com uma escola Waldorf para 100 alunos, ambulatório, casa de parto, centro cultural, refeitório e muito mais.
Sua história é o tema do livro “Die Brückenbauerin” (numa tradução livre, algo como “Criadora de Pontes”), da escritora alemã Dunja Batarilo. Durante o tour de lançamento da obra pela Alemanha e Suíça, em novembro, Ute falou para swissinfo.ch sobre sua trajetória, desafios, conquistas e sobre educação.
http://www.swissinfo.ch/por/em-defesa-de-um-mundo-melhor/41179612#.VKITS2NcEis.facebook
Sua biografia completa está nesse link:
http://www.sab.org.br/portal/antroposofia2/biografias-de-destaque-no-brasil/100-ute-craemer
sexta-feira, 6 de março de 2015
O Filho Predileto
Certa vez perguntaram a uma mãe qual era seu filho preferido,
aquele que ela mais amava.
E ela, deixando entrever um sorriso, respondeu:
"Nada é mais volúvel que um coração de mãe.
E, como mãe, lhe respondo: o filho dileto,
aquele a quem me dedico de corpo e alma...
É o meu filho doente, até que sare.
O que partiu, até que volte.
O que está cansado, até que descanse.
O que está com fome, até que se alimente.
O que está com sede, até que beba.
que está estudando, até que aprenda.
O que está nu, até que se vista.
O que não trabalha, até que se empregue.
O que namora, até que se case.
O que casa, até que conviva.
O que é pai, até que os crie.
O que prometeu, até que se cumpra.
O que deve, até que pague.
O que chora, até que cale.
E já com o semblante bem distante daquele sorriso, completou:
O que já me deixou...
até que o reencontre.
-Erma Bombeck-
E ela, deixando entrever um sorriso, respondeu:
"Nada é mais volúvel que um coração de mãe.
E, como mãe, lhe respondo: o filho dileto,
aquele a quem me dedico de corpo e alma...
É o meu filho doente, até que sare.
O que partiu, até que volte.
O que está cansado, até que descanse.
O que está com fome, até que se alimente.
O que está com sede, até que beba.
que está estudando, até que aprenda.
O que está nu, até que se vista.
O que não trabalha, até que se empregue.
O que namora, até que se case.
O que casa, até que conviva.
O que é pai, até que os crie.
O que prometeu, até que se cumpra.
O que deve, até que pague.
O que chora, até que cale.
E já com o semblante bem distante daquele sorriso, completou:
O que já me deixou...
até que o reencontre.
-Erma Bombeck-
terça-feira, 3 de março de 2015
O que buscamos?
" (...) A essência da antroposofia, hoje, não consiste em apenas almejar por uma outra ideia, mas, sim, por um ato: o de tirar o anímico-espiritual novamente do corpóreo-físico, de elevar o ser humano à esfera do anímico-espiritual para que ele não seja um autômato no pensar e no sentir."
Rudolf Steiner
A Arte da Educação. Fragmento da conferência de 24 de julho de 1920. GA 300, vol. 1
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